#2. Uma fé incomparável

Que tipo de reação você tem quando alguém senta com você e começa a comentar negativamente sobre a vida de outra pessoa?

[   ] Nem ligo para quem está falando.

[   ] Peço que não converse enquanto estou ocupado.

[   ] Fico bastante irritado e “rodo a baiana”.

[   ] Apenas ouço e “entra por um lado e sai pelo outro.

[   ] Paro o que estou fazendo e dou atenção à pessoa.

[   ] Peço desculpas e digo que não gosto de falar da vida alheia.

[   ] Convido a pessoa a irmos conversar juntos com a pessoa de quem está falando.

É muito fácil apontar o dedo da crítica ao nosso próximo. Quando o fazemos, porém geralmente esquecemos que estamos apontando três dedos para nós mesmos. Quando andava por aqui, até mesmo a estes que não tinham boa fama, Jesus procurava atender. Isso ficou evidenciado nos episódios com Zaqueu, Maria Madalena e também no que iremos estudar hoje.

Para download desta lição em PDF, clique no link abaixo:


	02-Uma-fé-incoparável.pdf	(558 downloads)

Lendo a Palavra

Jesus desceu do monte, e muitas multidões o seguiram. Então um leproso chegou perto dele, ajoelhou-se e disse:

— Senhor, eu sei que o senhor pode me curar se quiser.

Jesus estendeu a mão, tocou nele e disse:

— Sim, eu quero. Você está curado.

No mesmo instante ele ficou curado da lepra. 4Então Jesus lhe disse:

— Escute! Não conte isso para ninguém, mas vá pedir ao sacerdote que examine você. Depois, a fim de provar para todos que você está curado, vá oferecer o sacrifício que Moisés ordenou.

Quando Jesus entrou na cidade de Cafarnaum, um oficial romano foi encontrar-se com ele e pediu que curasse o seu empregado. Ele disse:

— Senhor, o meu empregado está na minha casa, tão doente, que não pode nem se mexer na cama. Ele está sofrendo demais.

— Eu vou lá curá-lo! — disse Jesus.

O oficial romano respondeu:

— Não, senhor! Eu não mereço que o senhor entre na minha casa. Dê somente uma ordem, e o meu empregado ficará bom. Eu também estou debaixo da autoridade de oficiais superiores e tenho soldados que obedecem às minhas ordens. Digo para um: “Vá lá”, e ele vai. Digo para outro: “Venha cá”, e ele vem. E digo também para o meu empregado: “Faça isto”, e ele faz.

Quando Jesus ouviu isso, ficou muito admirado e disse aos que o seguiam:

— Eu afirmo a vocês que isto é verdade: nunca vi tanta fé, nem mesmo entre o povo de Israel! E digo a vocês que muita gente vai chegar do Leste e do Oeste e se sentar à mesa no Reino do Céu com Abraão, Isaque e Jacó. Mas as pessoas que deviam estar no Reino serão jogadas fora, na escuridão. Ali vão chorar e ranger os dentes de desespero.

E Jesus disse ao oficial:

— Vá para casa, pois será feito como você crê.

E naquele momento o empregado do oficial romano ficou curado.

(Mateus 8:1-13 NTLH)

Aprendendo da Palavra

1. O que você acha que era pior na lepra?

[a] A degradação física.

[b] A exclusão da sociedade.

[c] A consciência pesada pelos pecados.

[d] A falta da autoestima.

2. Que importância teve o toque de Jesus?

[a] Jesus mostrou que era um revolucionário.

[b] Demonstrou carinho e atenção pelo leproso.

[c] Todos viram que a lepra não contaminava Jesus.

[d] Revela que Jesus veio buscar e salvar o que estava perdido.

[e] Sem tocá-lo, Jesus não o poderia curar.

3. Por que Jesus pediu ao ex-leproso que se apresentasse aos sacerdotes?

[a] Para mostrar que obedecia a lei de Moisés.

[b] Daí a Cézar o que é de Cézar e a Deus o que é de Deus.

[c] Para mostrar aos sacerdotes que Ele nada tinha contra eles.

[d] Para que os sacerdotes não ficassem sem serviço.

[e] Para os sacerdotes testemunharem o seu poder restaurador.

4. Que importância teve a disposição de Cristo em ir à casa do oficial?

[a] Ele deixou bem claro que não faz acepção de pessoas.

[b] O oficial se sentiu bastante prestigiado.

[c] Os sacerdotes puderam perceber o interesse de Cristo por todos.

[d] Os que desprezavam os romanos se afastaram de Jesus.

5. O que as palavras do oficial revelam a respeito de sua opinião sobre Cristo?

[a] Ele sabia do poder de Jesus, muito mais que os sacerdotes.

[b] Ele sabia que Jesus era o Messias.

[c] Ele conhecia a autoridade de Cristo sobre as doenças.

[d] Ele achava Jesus superior a si mesmo.

[e] Ele sabia que o poder estava na palavra.

[f] Ele tinha mais fé que os próprios judeus.

Aplicando a Palavra

6. O que essas curas nos revelam sobre a atitude de Jesus com relação ao pecado?

[a] Como ele limpou o leproso, limpará a todos nós.

[b] Se queremos ser limpos, temos que adorá-lo também.

[c] Antes de Jesus chegar, já estaremos limpos pela sua palavra.

[d] A fé é o mais importante na nossa purificação.

[e] Independentemente de raça, cor ou sexo, todos serão limpos.

7. Com quem você se parece mais?

[a] O leproso, incerto do amor de Deus por ele.

[b] O oficial, seguro da atenção divina.

[c] O sacerdote, com medo de se aproximar do leproso.

[d] A multidão, apenas assistindo passivamente.

8. Que tipo de esperança essa história lhe dá com relação à doença do pecado?

[a] Um dia também serei limpo.

[b] Minha paralisia é apenas passageira.

[c] O amor de Jesus é maior que meu problema.

[d] Se eu o adorar também serei curado.

[e] Jesus quer ir à minha casa, mesmo eu estando doente.

[f] Não importa quem sou, ele se interessa por mim.

Para refletir

9. Tanto o leproso como o oficial eram “excluídos”, na perspectiva dos judeus. Quem são os “excluídos” em nossa comunidade?

[a] Os mais pobres. [e] Os refugiados.
[b] Os mais ricos. [f] Os que se vestem mal.
[c] Os que pensam diferente. [g] Os que são tímidos.
[d] Os pecadores. [h] Os políticos.

10. Pense em situações que você se deparou com algum “excluído”. Como você o tratou? Como devia tratá-lo? Gostaria de compartilhar?

                                                                                                                   

                                                                                                                   

Jesus sabia como tratar os “excluídos”. Dava-lhes toda a atenção necessária, cuidava em atender todas as suas necessidades. Um dia, o próprio Jesus foi tratado como um “excluído”. Aqueles que mereciam esse tratamento passavam por ele e “blasfemavam dele, meneando a cabeça.” (Mateus 27:39)

Quando excluímos assim alguém, tratando-o como um proscrito, podemos estar incorrendo no mesmo erro que incorreram os judeus. Nosso julgamento é falho. Nós mesmos somos falhos. Não podemos, portanto, sob uma ótica falha, analisar e excluir aqueles que são falhos como nós.

Sugestões:

  • Não faça um pré-julgamento das pessoas pela aparência ou classe social;
  • Não julgue ninguém pelo que você ouve falar dele;
  • Dê às pessoas o direito de defesa;
  • Seja humilde para reconhecer quando errou;
  • Pratique o seguinte preceito: “TODOS SOMOS INOCENTES ATÉ QUE SE PROVE O CONTRÁRIO.”

Umberto Moura e Delman Falcão

Baseado em Serendipity Bible

Edição: Joelson Moura

www.pequenosgrupos.com.br

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.