#03 – A Amplitude do Amor

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Introdução

Uma lenda da mitologia grega, narra que Pítias e seu amigo Damão, viajaram à cidade de Siracusa. Pítias foi então acusado de tramar contra o tirano daquele reino, Dionísio I. Como punição pelo crime foi condenado à morte.

Pítias pediu ao soberano que lhe permitisse voltar para casa pela última vez e dar adeus a sua família. Não querendo passar por tolo, Dionísio recusou argumentando que uma vez liberado, Pítias jamais retornaria para cumprir sua sentença. Pítias então chamou seu grande amigo Damão e pediu-lhe que se oferecesse como garantia caso não voltasse. Perplexo, o rei aceitou.

O tirano Dionísio estava convencido que Pítias nunca retornaria e no último dia do prazo, o soberano estava pronto para fazer cumprir sua sentença. Quando o verdugo estava para executar Damão, Pítias apareceu, explicando-se pelo atraso. Dionísio, estupefato e surpreso com a lealdade de Pítias e a confiança inabalável de Damão, decide libertar ambos e mantê-los como conselheiros em sua corte.

O que levaria você a estar disposto a dar sua vida por alguém?

[   ]     Se fosse da minha família…

[   ]     Se essa pessoa já tivesse arriscado sua vida por mim

[   ]     Se percebesse que essa pessoa faria mais pela humanidade do que eu

[   ]     Se eu o amasse como amo a mim mesmo

[   ]     Só se eu estivesse louco

[   ]     Nada me levaria a dar minha vida por outra pessoa

 

Há dois mil anos atrás Alguém fez isso por mim e por você.

 

Lendo a Palavra

Mateus 27:45-56

 

Aprendendo da Palavra

 

1. Se você fosse o editor do jornal de Jerusalém, que título você daria à manchete da primeira página no dia seguinte?
[a] Uma estranha escuridão
[b] Terremoto quebra rochas pela cidade inteira
[c] Destruído o véu do templo de Jerusalém
[d] Morto um líder espiritual
[e] Três ladrões foram crucificados
[f] Outros:                                                                                                                                          
2. Como você descreveria a Jesus em seu obituário?
[a] Proeminente líder civil
[b] Professor controvertido
[c] Criador de problemas
[d] Vítima inocente
[e] O anunciado Messias
[f] Misterioso fazedor de milagres
3. Quantos, dos seguidores do próprio Cristo, na sua opinião, entendiam o que estava acontecendo com seu Mestre?
[a] Nenhum
[b] Talvez somente as mulheres
[c] O Centurião
[d] Apenas os discípulos
4. Porque as trevas cobriram a terra por três horas?
[a] Apenas uma coincidência
[b] Um eclipse do sol
[c] Deus estava triste com a humanidade
[d] As trevas do pecado reinaram
5. O que levou Jesus a clamar: “Meu Deus, meu Deus, porque me abandonaste?”
[a] A dor física que estava sofrendo
[b] Um sentimento de distância para com Deus
[c] Deus realmente não se aproximou dEle naquele momento
[d] Ele pensou que todo o universo estava contra Ele
[e] Deus não mandou seus anjos para resgatá-Lo, como Ele esperava
[f] Ele realmente se sentia separado de Deus
6. Qual a importância de o véu do Templo ter se rasgado?
[a] A barreira entre Deus e os homens estava quebrada
[b] A partir de então todos poderiam ter acesso direto a Deus
[c] Não havia mais necessidade de mistérios
[d] Restabeleceu-se o relacionamento entre Deus e a humanidade
[e] O antigo regime de sacrifício perdeu o sentido com a morte do Cordeiro na cruz

 

Aplicando a Palavra

 

7. Quando você pensa na morte de Cristo, que personagem lhe vem à mente de imediato?
[a] Os Sacerdotes do Templo – completamente cínicos
[b] O Soldado que molhou a esponja – uma atitude gentil
[c] O Centurião – terrificado, mas convertido
[d] As mulheres – o cuidado com o corpo de Cristo
[e] Barrabás – salvo por um triz
[f] Simão – Que ajudou a Jesus a carregar sua cruz
[g] Eu mesmo, o grande culpado
8. O que, na morte de Cristo, ainda permanece um mistério para você?
[a] Por que ela teve que acontecer
[b] Como Deus pôde deixar isso acontecer
[c] Por que ninguém apareceu em seu auxílio
[d] Por que os discípulos não entendiam
[e] Como aconteceram o terremoto e as repentinas trevas
[f] Ele morreu ou Ele foi morto

 

Conclusão

“Conta-se que o grande artista Stenberg, no princípio do século XVIII, caminhava para o mercado quando foi atraído pelo rosto de uma menina cigana

que estava dançando. Convidou-a para ir até seu ateliê, onde pensou em usá-la como modelo para seu quadro: ‘A cigana dançarina’. A menina ficou impressionada com tudo que via e observava com interesse enquanto o artista trabalhava no quadro da crucifixão. Disse um dia para Stenberg:

– Ele deve ter sido um homem muito mau para ser crucificado numa cruz.

– Não – disse o artista – pelo contrário, era um homem muito bom, o melhor homem que já viveu sobre a Terra. Acima de tudo ele morreu por todos os homens.

– Ele morreu pelo senhor? – perguntou a menina. Silêncio.

Esta pergunta feriu o coração do artista, pois nunca entregara seu coração ao Salvador. Mais tarde, assistindo às reuniões dos grandes reformadores, estudou as Escrituras e converteu-se. Voltou, então para o quadro da crucifixão, não somente com a habilidade de um artista, mas com o amor de um crente fiel em Cristo. Ele não era apenas um espectador, mas agora um filho de Deus” (Léo S. Ranzolin, Jesus o Orvalho da Manhã, 196).

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